De uma conversa com uma pessoa que conheço pouco brotou a vontade de voltar a ocupar esse espaço, que durante tanto tempo foi um espaço muito querido,habitado, escrevia algo, postava algo quase diariamente,depois me perdi.
Agora quero encontrar esse canto de novo,visitar, ocupar.
De hoje...
Um dia cinza, chuva fina, céu nublado.
Precisei sair, pagar contas.
Na rua os carros buzinam freneticamente, não sei bem porque buzinam tanto, a maioria dos carros também é cinza.
Aqui e acolá poucos carros bem antigos passam, um fusca amarelo, uma variant caindo aos pedaços, tem tantos remendos que custo a entender sua cor-é m , meio alaranjada,dentro os ocupantes riem,isso contrasta com a seriedade dos que ocupam os outros carros-novos cinza.
Eu caminho lentamente , afinal o que me espera não é tão empolgante.
No meio da rua, no canteiro, onde sempre esteve, está reluzente uma árvore cheinha de pequena flores lilázes, talvez seja um flamboyant.
O lilás me prende, no meio daquele cinza todo o lilás é quase um sorriso.
Fico ali um tempo, talvez longo demais, sorrio de volta para a árvore.
Eu aos poucos fui ficando colorida, o cinza saiu de mim.
Sigo cantarolando baixinho e dasafinado um sambinha antigo que me veio a cabeça, assim , sem nenhum aviso ou motivo....
Não posso ficar
Nem mais um minuto com você
Sinto muito amor
Mas não pode ser
Moro em Jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã
Mas além disso mulher
Tem outra coisa
Minha mãe não dorme
Enquanto eu não chegar
Sou filho único
Tenho minha casa pra olhar
Sou filho único
Tenho minha casa pra olhar
Aqui não posso ficar
Faz, faz, faz faz faz faz, faz carinho dumdum
Faz carinho dumdum, faz carim dumdum
Não posso ficar
Nem mais um minuto com você
Sinto muito amor
Mas não pode ser
Moro em Jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã
Não posso ficar
Nem mais um minuto com você
Sinto muito amor
Mas não pode ser
Moro em Jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã
E além disso mulher
Tem outra coisa
Minha mãe não dorme
Enquanto eu não chegar
Sou filho único
Tenho minha casa pra olhar
Não posso ficar
Nem mais um minuto com você
Sinto muito amor
Mas não pode ser
Moro em Jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã
E além disso mulher
Tem outra coisa
Minha mãe não dorme
Enquanto eu não chegar
Sou filho único
Tenho minha casa pra olhar
Quais,quais,quais,quais,quais,quais
Quaiscalingudum
Silvia Moura.
A Dança Nossa de Cada Dia
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
sábado, 14 de janeiro de 2017
" [...] Sempre penso primeiro nos outros e depois em mim, hoje eu vou começar diferente"
"Desejo é coisa potente [...] um desejo pode reverberar por anos dentro da gente!"
"Foi aí que eu percebi que tinha que aprender a conviver com os meu medos [...]"
*secar*diluir*machucar*lim par*
(A dança nossa de cada dia - Silvia Moura)
"Desejo é coisa potente [...] um desejo pode reverberar por anos dentro da gente!"
"Foi aí que eu percebi que tinha que aprender a conviver com os meu medos [...]"
*secar*diluir*machucar*lim
(A dança nossa de cada dia - Silvia Moura)
domingo, 1 de janeiro de 2017
Sou muito grata por hoje, por esse dia.Estou terrivelmente ansiosa,mas,sei que estou num bom caminho para chegar num ponto que foi muito esperado.Muito perto de fechar um ciclo importante, com pessoas importantes.Mais um lindo trabalho feito com uma equipe linda.
Hoje especialmente grata por ter escolhido trabalhar com o Luiz Mendonça , tenho recebido tanto e tem sido tão significativo cada momento que trabalhamos. hoje desenrolamos vários nós de uma meada intrincada, evoluimos, entendemos cenas e avançamos, aprofundamos o nosso estar dentro de tudo isso que tem sido escolher e juntar cada pequeno pedaço de vontades.
Estamos juntos nisso de labutar em "A DANÇA NOSSA DE CADA DIA - ou DE DENTRO DO CUIDAR - ou COMO SERIA SE ..."
Cada sim dito hoje alivia muitos nãos passados e sinaliza um caminho.
Grata por tudo desde muito antes Francisco Matias Soares.
Grata por estar aberto e disponivel Alexandre Américo .
Grata por mesmo de longe estar presente nesse momento João Paulo Pinho
Grata a Equipe de Dança do Porto Iracema Paulo Caldas e Luiz Otávio Queiroz por todo cuidado e empenho em cada etapa do processo.
Grata aos que chegam agora que nos encaminhamos para um fim de ciclo e assim somam a tudo feito até antes,daqui a pouco divulgarei todos os nomes envolvidos nessa etapa.
Ansiosa e grata.Muito grata e muito ansiosa.
15/12/2016
Hoje especialmente grata por ter escolhido trabalhar com o Luiz Mendonça , tenho recebido tanto e tem sido tão significativo cada momento que trabalhamos. hoje desenrolamos vários nós de uma meada intrincada, evoluimos, entendemos cenas e avançamos, aprofundamos o nosso estar dentro de tudo isso que tem sido escolher e juntar cada pequeno pedaço de vontades.
Estamos juntos nisso de labutar em "A DANÇA NOSSA DE CADA DIA - ou DE DENTRO DO CUIDAR - ou COMO SERIA SE ..."
Cada sim dito hoje alivia muitos nãos passados e sinaliza um caminho.
Grata por tudo desde muito antes Francisco Matias Soares.
Grata por estar aberto e disponivel Alexandre Américo .
Grata por mesmo de longe estar presente nesse momento João Paulo Pinho
Grata a Equipe de Dança do Porto Iracema Paulo Caldas e Luiz Otávio Queiroz por todo cuidado e empenho em cada etapa do processo.
Grata aos que chegam agora que nos encaminhamos para um fim de ciclo e assim somam a tudo feito até antes,daqui a pouco divulgarei todos os nomes envolvidos nessa etapa.
Ansiosa e grata.Muito grata e muito ansiosa.
15/12/2016
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Eu queria dar conta de colocar aqui tudo desse processo,tudo ou quase tudo. Mas, é fato, não dou conta.
Só esses dias tive momentos tão intensos de aprofundar cada vez mais esse universo que quero tocar.
Em Guaramiranga fui ao encontro de um rezador - Seu Coca, aprendi muito com ele e duas rezadeiras , as irmãs dramistas e rezadeiras D Ivanir e D. Vilanir. Não tenho como mensurar o tanto que eu aprendi com essa três pessoas sobre generosidade, sobre acreditar na força da cura do bem.
Gravamos eu e João um pouco da conversa com seu Coca e tiramos foto com ele, com D. Ivanir e Vilanir tirei fotos, tudo ficou muito marcado na minha memória e na minha emoção
Só esses dias tive momentos tão intensos de aprofundar cada vez mais esse universo que quero tocar.
Em Guaramiranga fui ao encontro de um rezador - Seu Coca, aprendi muito com ele e duas rezadeiras , as irmãs dramistas e rezadeiras D Ivanir e D. Vilanir. Não tenho como mensurar o tanto que eu aprendi com essa três pessoas sobre generosidade, sobre acreditar na força da cura do bem.
Gravamos eu e João um pouco da conversa com seu Coca e tiramos foto com ele, com D. Ivanir e Vilanir tirei fotos, tudo ficou muito marcado na minha memória e na minha emoção
Assinar:
Postagens (Atom)











